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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Arara-vermelha-grande

Ara chloropterus

A arara-vermelha-grande é uma ave psittaciforme da família Psittacidae. É conhecida também como arara-verde e arara-vermelha. Não é considerada como sendo ameaçada embora tenha desaparecido de lugares onde antes era comum. Foi localmente extinta de lugares que ocorria antigamente, como no Espírito Santo, boa parte da Bahia e possivelmente o norte do Rio de Janeiro. Costuma andar em bando ou em pares. Habita a copa de florestas altas, florestas de galeria, campos com árvores isoladas, buritizais e coqueirais, até 1400 m. Hábitos semelhantes ao de outras araras.
Ocorre na Amazônia brasileira e em rios costeiros margeados por florestas no leste do País, chegando originalmente até o Espírito Santo, Rio de Janeiro e interior do Paraná. Encontrada também no Panamá e Colômbia; e desde o norte da Colômbia, planícies venezuelanas, até a Bolivia e norte da Argentina.

Caminheiro-zumbidor

Anthus lutescens


Esse é um grupo de aves cuja origem evolutiva está nos campos do Hemisfério Norte. Algumas espécies colonizaram a América do sul, basicamente ocupando a Cordilheira dos Andes e o sul do continente. No Brasil, ocorrem 5 espécies, todas no Rio Grande do Sul. Na região tropical do país, somente esse caminheiro, aparecendo em todos os ambientes abertos fora da Floresta Amazônica. Expandiu-se com a ocupação agrícola e de pastoreio, tendo se adaptado a cidades com gramados extensos.O caminheiro-zumbidor apresenta os seguintes nomes populares: corredeira, sombrio, codorninha-do-campo (São Paulo), foguetinho, peruinho-do-campo, peruzinho e martelinha (Minas Gerais). É comum em campos, beiras de lagos, rios e pântanos. É de difícil observação, tanto por suas cores, como pelo hábito de preferir afastar-se caminhando a voar. Também agacha-se no meio dos capins e camufla-se bem com o entorno. Anda e corre rente ao solo, empoleirando-se pouco e evitando voar. Quando perseguido agacha-se no solo, ocultando-se atrás de um monte de terra ou do capim. Migra após a época da reprodução e não canta durante a migração.
A espécie é migratória no sul da distribuição geográfica. Presente em todo o Brasil nas regiões campestres quentes, estando ausente de áreas densamente florestadas, como alguns locais da Amazônia. Encontrado também no Panamá e em quase todos os demais países da América do Sul, com exceção do Equador.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Andorinha-serradora

Stelgidopteryx ruficollis


 Andorinha-serradora é uma ave passeriforme da família Hirundinidae. Conhecida também como andorinha-serradora-do-sul e andorinha-serrador.  comum em áreas abertas e clareiras, sendo mais numerosa próximo à água. Vive em pequenos grupos, empoleirada em galhos mortos ou fios. Tenta voar contra o vento. O casal costuma dormir junto no ninho. Pousa sobre fios elétricos. Torna-se inquieta ao amanhecer e ao anoitecer. Aumenta seu piar e grinfar até ocupar o lugar de dormir.
Ocorre da América Central à Argentina e em todo o Brasil. No sul do país é migratória. Encontrada também da Costa Rica e Panamá aos demais países da América do Sul, com exceção do Chile.

Martim-pescador-pequeno

Chloroceryle americana





Ave da família Alcedinidae, o martim-percador-pequeno é o representante mais comum no Brasil. É conhecido também pelos nomes de ariramba-pequeno, martim-cachaça e martim-pescador. Vive ao longo de rios, lagos e orla marítima, mangues, embocaduras de rios, em florestas ou áreas abertas, onde haja árvore para o pouso. a espécie mais comum no Brasil. Habita os lagos com rica vegetação aquática, beira de rios pequenos e grandes, manguezais; adapta-se até em pequenas coleções d’água tomada por vegetação palustre como aguapés e outras plantas aquáticas.
Voz: “ta-ta”; “ti-ti” ( advertência ); “trr-trr-trr”; canto chilreado e uma seqüência descendente, “kli-kli-kli-kli-kli-kli”.
Ocorre do Texas e México à Argentina; todo Brasil.