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domingo, 21 de agosto de 2011

Anambé-branco-de-bochecha-parda

Tityra inquisitor


Ave passeriforme da família Tityridae, o anambé-branco-de-bochecha-parda(Tityra inquisitor) é conhecido também como: anambé-branco, anambezinho, araponguinha, araponguinha-de-cara-preta, araponguira, canjica, canjiga e urubuzinho. O período reprodutivo é de julho a dezembro. Este pássaro nidifica nos ocos das árvores, entre 12 e 30 metros do chão. Geralmente nascem dois filhotes por vez, que são alimentados pelos pais à entrada do ninho. Varia de incomum a localmente comum na copa e nas bordas de florestas úmidas ou secas, e em capoeiras e clareiras com grandes árvores. É visto normalmente aos pares e à boa altura na vegetação, pousado em galhos bem expostos. Às vezes reúne-se em grupos nas árvores com frutos, os quais constituem seu alimento principal.
Presente localmente em todo o Brasil. Encontrado também do México ao Panamá e em quase toda a América do Sul, com exceção do Chile e Uruguai.

Anambé-pombo

Gymnoderus foetidus
 anambé-pombo é uma ave passeriforme da família Cotingidae. Também conhecido como anambé-açu, anambé-grande, anambé-pitiú e pombo-anambé. Alimenta-se de frutos e insetos.Constrói seu ninho entre 6 e 10 metros do solo em forma de pequena taça e decora-o externamente com liquens e fungos. Em geral o filhote nasce branco-acizentado. Vive no interior de matas de várzea e de terra firme.
Presente em toda a Amazônia brasileira e também nas Guianas, e da Venezuela à Bolívia.

Saíra-de-bando

Tangara mexicana

A Saíra-de-bando também é conhecida como Cambada-de-chaves e Coleiro-de-bando. Alimenta-se de frutas e, eventualmente, de insetos.É comum em bordas de florestas de terra firme e de várzea, capoeiras, clareiras com árvores esparsas, plantações e jardins. Vive em pequenos grupos de 5 a 10 indivíduos, não sendo comum sua associação a bandos mistos.
Encontrado em toda a Amazônia brasileira e da Bahia ao Rio de Janeiro. Encontrado também nos demais países amazônicos - Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.

Maria-cavaleira

Myiarchus ferox


A maria-cavaleira é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Outro gênero de aves muito semelhantes. A distribuição de cores e formato as separam dos demais tiranídeos, mas a distinção entre si é mais complexa. Alimenta-se principalmente de insetos alados que captura em vôos curtos, retornando ao poleiro em seguida, mas também caça insetos sobre as folhas e ramos de árvores e consome pequenos frutos. Mantém-se pousados abaixo da copa, seja em matas, seja em áreas abertas. Usam desde as árvores altas até o sub bosque das florestas, bem como vivem nas áreas de cerrado aberto. Seus hábitos não diferem muito das outras marias-cavaleiras, pois passa a maior parte do tempo imóvel, empoleirada no estrato médio de bordas de matas
Está presente em todo o Brasil.

Gaturamo-verde

Euphonia chrysopasta

O gaturamo-verde é uma ave passeriforme da família Fringillidae.Mede 10 cm de comprimento. O macho é uniformemente verde-oliváceo, com loros claros, nuca cinzenta e barriga amarela. Assemelha-se à fêmea, que possui loros claros como nos machos, mas garganta e barriga cinza esbranquiçada e não amarelas.Pode ser encontrado em beira de mata de terra firme, matas de várzea e capoeiras. Associa-se a várias outras espécies do gênero Euphonia, deslocando-se em bandos mistos pela copa.
Ocorre nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima.

Encontro

Icterus pyrrhopterus





O Encontro é uma ave passeriforme da família Icteridae. Conhecido também como primavera, inhapim (Pantanal), encontro (Rio Grande do Sul), melro, merro e soldadinho (Paraná e São Paulo), pega, soldado, maria-pretinha, gorricho, guacho (algumas localidades de Goiás), rouxinol-da-amazônia e xexéu-de-banana e alguns o chamam tambem de xexéu-soldado. Sempre metido no meio da vegetação da copa ou das bordas, procura invertebrados, frutos e flores. Como o joão-pinto, suga o néctar das flores, abrindo-as ou enfiando o bico, às vezes a cabeça, na corola. Gosta das flores de ipê, tarumã, piúva e pombeiro, entre outras. Comum nos ambientes florestados, também utiliza-se de capões de cerradão e árvores ou arbustos isolados próximos à mata. Vive solitário, aos pares e, eventualmente, em bandos, às vezes junto a bandos mistos. Nas manhãs frias, gosta de pousar em galhos expostos para tomar sol nas primeiras horas do dia.
É observado em grande parte do Brasil, exceto uma área no noroeste do país.